• Nutrinha

Libertem o pão branco!

De uns tempos pra cá o coitado do pão branco virou sinônimo de terror e medo. Você nunca vai ver nenhuma musa fitness mandando ver aquele pão francês (aká cacetinho) no café da manhã. Todo mundo que engata uma dieta já começa como? Isso mesmo, gritando aos 4 ventos: agora vai, já comecei cortando o pão de vez! A verdade é que durante muito tempo se pregou esse terrorismo nutricional ao invés de pararmos pra pensar se essa fobia toda do pão – e carboidratos em geral – faz realmente sentido. Cortar o pão sem contexto não te torna uma pessoa saudável, sabia? Cortar os carboidratos em geral, sem orientações, não te ajuda a emagrecer. Sua dieta precisa ser saudável e mais do que isso: precisa fazer sentido!


Primeiro passo para mudar de vez a ideia de que você não pode comer pão sem culpa é entender que o problema não são os carboidratos. O problema na maioria das vezes está na quantidade em que você vai consumi-lo, com o que você vai combinar a sua ingestão, a totalidade da sua refeição e a totalidade do seu gasto energético x necessidades nutricionais. Ufa! Viu como é muito mais amplo do que simplesmente mastigar um pobre pãozinho? Dietas em geral necessitam de muito cálculo e estratégias que não são aplicadas à toa. Engordar, emagrecer, aumentar massa muscular, todos esses processos são muito complexos para serem atribuídos à um alimento específico, né não?

Então, nutricionalmente é possível inserir o pão na dieta diária? É claro que sim. Ele apenas precisa estar adequado às suas necessidades. Mas nutrinha, e o índice glicêmico? Se você trocou o pão pela tapioca, saiba que o índice glicêmico dela é maior que a do pãozinho. De qualquer forma, combinações com proteínas e fontes de fibras resolvem esse problema! O pão, assim como todos os alimentos, devem estar adequados e em equilíbrio na sua rotina. Nenhum alimento é vilão, nenhum alimento é mocinho. Terrorismos desse tipo só prejudica sua relação com a comida. Vamos comer com consciência e fazendo escolhas inteligentes?

Resumindo: se você ama pão, procure um profissional que te ajude a inseri-lo na sua rotina alimentar. É celíaco? Opte pelas versões gluten free ou até pela tapioca (índice glicêmico também não é problema, viu?). Não gosta de pão? Não coma! Travar uma guerra contra qualquer alimento que você ame não faz sentido e vai apenas prejudicar sua relação com aquilo que você mais faz durante sua vida: comer.

Contem comigo sempre pra levar uma vida mais saudável e sem neuras!

Super beijo da nutrinha!

*este texto foi publicado no blog ATL Girls da Rede Atlântida

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